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Crypto AI agents need a new kind of compute: a phone and a wallet card sealed inside a glowing lime glass cube

Agentes de IA cripto precisam de um novo tipo de computação. Veja por que a Acurast importa.

Agentes de IA cripto precisam de um novo tipo de computação: um celular e um cartão de carteira selados dentro de um cubo de vidro verde-limão brilhante

 

Os agentes de IA estão indo além da conversa. Agentes de IA cripto podem manter carteiras, chamar smart contracts, pagar por serviços e executar tarefas on-chain sem que um humano aprove cada etapa.

 

Infraestruturas como x402 permitem que agentes paguem por APIs em stablecoins. Carteiras agênticas dão a eles a capacidade de gastar dentro de limites definidos pelos seus donos.

 

Mas, com a autonomia, também surgem novas preocupações de segurança.

 

Um chatbot que vaza o próprio histórico de conversas é um problema de privacidade. Um agente cripto autônomo que vaza as suas credenciais, ou que roda um código modificado em segredo por alguém, pode se tornar um incidente de segurança com consequências reais on-chain.

 

Mesmo assim, muitos agentes ainda rodam em laptops, instâncias VPS convencionais ou infraestrutura de nuvem centralizada. Esses ambientes podem ser práticos, mas levantam questões importantes: quem pode acessar o ambiente de execução de um agente? Como alguém pode verificar qual código está rodando? E o que acontece quando um único provedor sai do ar ou decide desligá-lo?

 

Agentes cripto precisam de mais do que computação. Eles precisam de execução confidencial, infraestrutura verificável e uma forma de acessar computação sem depender de um único provedor.

 

A Acurast oferece uma abordagem diferente: uma rede de computação distribuída construída sobre a segurança de hardware dos smartphones.

A pergunta

Agentes cripto têm carteiras

Em quem eles confiam para executá-los?

Cinco requisitos para uma computação cripto-nativa

 

Um agente autônomo precisa de cinco propriedades essenciais do seu ambiente de execução.

Execução confidencial

Credenciais, chaves de API e contexto privado precisam ser protegidos contra acesso não autorizado.

Execução verificável

Usuários e contrapartes precisam de evidências de que o hardware subjacente e o código implantado atendem aos requisitos de segurança esperados.

Disponibilidade contínua

Eventos on-chain, tarefas agendadas e operações de protocolo não esperam um laptop ser reaberto.

Infraestrutura distribuída

Depender principalmente de um único provedor cria um potencial ponto de falha e de controle.

Acesso cripto-nativo

Os agentes devem poder solicitar e pagar por computação de forma programática, usando uma carteira em vez de uma conta tradicional.

Esses requisitos não são exclusivos do mundo cripto. Mas, quando um software pode controlar uma carteira ou disparar ações on-chain, as consequências de errar neles se tornam muito mais significativas.

 

Por que a infraestrutura de nuvem convencional deixa lacunas

 

As plataformas de nuvem centralizadas oferecem ferramentas conhecidas, infraestrutura confiável e deploy simples. O problema não é que elas sejam inerentemente inseguras. É que o modelo de confiança delas pode não corresponder às necessidades de um software autônomo que opera com carteira.

 

  • O provedor continua fazendo parte da fronteira de confiança. Sem proteções adicionais baseadas em hardware, operadores de infraestrutura com acesso privilegiado podem conseguir inspecionar a memória, o armazenamento ou a configuração de uma carga de trabalho. No caso de um agente, essas superfícies podem conter contexto sensível e credenciais.
  • Verificar o ambiente de execução pode ser difícil. Quando um agente roda na infraestrutura de outra pessoa, os usuários precisam de uma forma de estabelecer em que ambiente ele está rodando e se a carga de trabalho implantada corresponde ao que esperam. Uma descrição do deployment, por si só, não é uma prova independente de execução.
  • A infraestrutura pode se tornar um ponto único de falha. Uma queda, a suspensão de uma conta ou uma mudança de política em um provedor pode interromper todos os agentes que dependem dele.
  • O provisionamento tradicional pressupõe um operador humano. Contas de nuvem, modelos de cobrança e credenciais de acesso são pensados para pessoas ou organizações. Um agente autônomo que já tem uma carteira precisa de uma forma mais programática de solicitar computação.

 

O setor como um todo está caminhando para ambientes de computação dedicados para agentes. O Muse, da Meta, e o Dots, da OpenAI, ilustram essa direção.

 

Mas, para agentes cripto-nativos, a questão vai além de dar a cada agente o seu próprio computador.

O ambiente de execução do agente pode ser confidencial, verificável de forma independente e acessível sem colocar um único provedor de infraestrutura no controle?

Acurast: computação construída sobre hardware de smartphones

 

A Acurast transforma smartphones em uma rede de computação distribuída. Em vez de depender de data centers centralizados, ela coordena uma rede de celulares (Processors) distribuídos pelo mundo todo.

 

Essa abordagem atende aos cinco requisitos de maneiras diferentes.

 

1. Confidencialidade baseada em hardware

 

A Acurast executa deployments dentro de Trusted Execution Environments (TEEs) protegidos por hardware.

 

Um TEE oferece um ambiente de execução isolado, projetado para proteger dados e processamentos sensíveis do restante do sistema. Isso cria uma fronteira de confidencialidade mais forte do que depender apenas das permissões comuns de software.

 

As variáveis de ambiente de um deployment podem fornecer segredos a uma carga de trabalho em tempo de execução, mantendo-os dentro da fronteira de execução prevista.

 

Para agentes cripto, isso é especialmente relevante para credenciais de API, contexto privado e outras configurações sensíveis. O objetivo é reduzir o quanto os usuários precisam confiar no dono do celular ou no operador da infraestrutura.

 

Como em qualquer arquitetura de segurança, a proteção real depende do hardware, da implementação e da configuração do deployment.

 

2. Atestação de hardware

 

A confidencialidade trata de quem pode acessar uma carga de trabalho. A atestação ajuda a estabelecer que tipo de hardware a está executando.

 

Antes de uma carga de trabalho ser distribuída, a Acurast usa a atestação de hardware para verificar os celulares elegíveis. Isso ajuda a distinguir hardware genuíno e compatível de celulares que não passam nas verificações da rede.

 

Combinada com o processo de deployment, a atestação oferece uma base para verificar a infraestrutura e os pré-requisitos de execução, em vez de depender apenas da palavra de um operador.

 

Para agentes autônomos, essa distinção importa: afirmações de segurança devem ser sustentadas por evidências verificáveis sempre que possível.

 

3. Infraestrutura distribuída

 

A Acurast coordena Processors em uma rede de celulares operados por diferentes donos.

 

Isso distribui a computação para além de um único provedor de infraestrutura convencional. Pode reduzir a dependência das máquinas e das decisões operacionais de uma única empresa, embora a resiliência de cada deployment ainda dependa da sua configuração e da capacidade disponível na rede.

 

Para agentes que monitoram protocolos ou executam tarefas recorrentes de infraestrutura, reduzir a dependência de um único host é uma vantagem arquitetural relevante.

 

4. Cargas de trabalho existentes, sem reescrever tudo

 

Com o Cargo, os desenvolvedores podem implantar diversas cargas de trabalho Linux, incluindo Python, Go, Rust, C++, scripts de shell e binários.

 

Os desenvolvedores podem usar ferramentas conhecidas, inspecionar logs via SSH e adaptar frameworks de agentes existentes, em vez de reconstruir aplicações inteiras em torno de um ambiente de execução proprietário.

 

O Cargo suporta cargas de trabalho Linux em celulares Android com Processor Core, enquanto os Processors iOS continuam suportando cargas de trabalho em JavaScript.

 

Isso torna a Acurast relevante não só para desenvolvedores que constroem novos agentes, mas também para equipes que querem migrar cargas de trabalho existentes para outra arquitetura de computação.

 

5. Acesso à computação baseado em carteira

 

Com o Deploy Agent da Acurast, um agente pode solicitar computação por meio de uma interface HTTP e pagar em USDC na Base usando x402.

 

Dependendo da solicitação, ele pode obter um deployment de tarefa ou solicitar uma VPS. Uma solicitação de VPS pode retornar um ambiente Ubuntu público, acessível via SSH, rodando em um Processor.

 

Uma solicitação de VPS funciona sem uma conta Acurast convencional, uma CLI local ou tokens ACU.

 

Isso cria um bloco de construção útil para sistemas agênticos: o software pode solicitar a infraestrutura de que precisa, executar uma tarefa e deixar o deployment expirar, de acordo com a duração e os limites de gastos configurados.

 

O resultado é um modelo de computação que se encaixa naturalmente em softwares que operam com carteira.

 

Três formas de rodar agentes de IA cripto na Acurast

 

Os recursos da rede se traduzem em três padrões práticos de deployment.

 

1. Rode o agente inteiro em um Processor

 

Para cargas de trabalho que precisam de execução contínua e de acesso a configurações sensíveis, o agente inteiro pode rodar dentro de um TEE em um Processor da Acurast.

 

Dois exemplos já têm aplicações Cargo no repositório Example Apps da Acurast:

 

Hermes: um agente autônomo com agendamento, memória e uso de ferramentas.

 

OpenClaw: um assistente pessoal capaz de executar tarefas agendadas e de várias etapas.

 

Os desenvolvedores podem configurar o ambiente em .env, definir a duração do deployment em acurast.json e fazer o deploy com acurast deploy. A URL do agente resultante é entregue a um endpoint de callback configurado.

 

Para equipes com o seu próprio agente, os templates do Cargo oferecem um ponto de partida para levar um framework existente para esse ambiente.

 

Ideal para: agentes agendados, monitoramento de protocolos, manutenção recorrente e cargas de trabalho que se beneficiam da confidencialidade baseada em hardware.

 

2. Mantenha o raciocínio do agente privado

 

Um agente pode proteger as suas credenciais de execução e, ainda assim, expor contexto sensível se enviar cada prompt para a API de modelo de um terceiro.

 

Dependendo da carga de trabalho, a Acurast oferece duas abordagens para rodar inferência dentro de um TEE.

 

Rode um modelo diretamente em um Processor. O módulo LLM da Acurast suporta muitos modelos GGUF do Hugging Face. Isso pode atender a tarefas de inferência leves, como classificação, extração e sumarização.

 

Rode um gateway de IA. Em um experimento inicial envolvendo a Pocket Network e a NodeGhost, um gateway compatível com OpenAI rodou como build do Cargo e processou solicitações alternadas de inferência e de busca na web durante uma hora, sem nenhuma solicitação perdida.

 

O experimento com o gateway é exploratório e não comprova desempenho em escala de produção. Ainda assim, ele demonstra o potencial de rodar um fluxo de inferência mais completo em computação baseada em smartphones.

 

Ideal para: agentes que processam documentos confidenciais, pesquisas internas, dados operacionais privados ou prompts que as equipes não querem enviar rotineiramente a provedores de inferência terceirizados.

 

3. Deixe o agente provisionar a própria computação

 

Um agente não precisa necessariamente de um servidor permanente nem de um humano para gerenciar cada deployment.

 

Usando o Deploy Agent, um agente pode fazer uma solicitação HTTP que inclua um pagamento x402 em USDC na Base e uma especificação de tarefa ou uma solicitação de VPS.

 

Por exemplo, um agente poderia solicitar um ambiente de computação para executar uma tarefa de infraestrutura agendada, conectar-se via SSH à máquina Ubuntu retornada, concluir a tarefa e deixar o deployment expirar.

 

Nenhuma conta Acurast convencional nem CLI local é necessária para esse fluxo de trabalho.

 

Combinado com uma carteira agêntica e um limite de gastos explícito, isso oferece uma base prática para o provisionamento programático de computação.

 

Ideal para: cargas de trabalho temporárias, manutenção automatizada, ambientes específicos para cada tarefa e agentes que precisam obter computação sob demanda.

 

Cinco casos de uso de agentes cripto

 

As aplicações mais promissoras são aquelas em que a operação contínua, a execução confidencial e a infraestrutura verificável trazem valor concreto.

Monitor de governança

O que faz: Acompanha propostas de DAOs, resume as mudanças e alerta os membros antes do fim da votação.

Por que a Acurast se encaixa: Permite um monitoramento persistente, com proteções de execução baseadas em hardware.

Observador de tesouraria

O que faz: Monitora saldos de multisig e transações pendentes e sinaliza atividades incomuns.

Por que a Acurast se encaixa: Ajuda a proteger configurações sensíveis e a lógica de alertas dentro da fronteira de execução prevista.

Agente de automação de protocolos

O que faz: Executa tarefas de manutenção agendadas e outras operações de protocolo predefinidas.

Por que a Acurast se encaixa: Oferece computação distribuída e suporta fluxos de deployment programáticos e com limites definidos.

Agente de feeds de dados

O que faz: Busca dados off-chain, valida esses dados e entrega os resultados a contratos ou aplicações.

Por que a Acurast se encaixa: A atestação de hardware pode ajudar a estabelecer a integridade do ambiente de execução, embora não assegure, por si só, que os dados de origem estejam corretos.

Agente de pesquisa

O que faz: Lê documentação, fóruns e dados on-chain e, em seguida, produz relatórios estruturados.

Por que a Acurast se encaixa: Opções de inferência local podem reduzir a exposição de contextos de pesquisa sensíveis a provedores de modelos externos.

Estes são casos de uso de infraestrutura, e não uma promessa de que as decisões ou os resultados de um agente estarão sempre corretos. A lógica da aplicação, as fontes de dados, as permissões e as salvaguardas operacionais continuam sendo importantes.

 

O ponto principal é que os agentes podem ser projetados para depender menos da confiança em um único operador. Em vez disso, os desenvolvedores podem combinar proteções baseadas em hardware, atestação, infraestrutura distribuída e controles de acesso explícitos.

 

Essa é uma extensão natural dos princípios que moldam a infraestrutura cripto desde o início.

 

A próxima camada da infraestrutura cripto

 

O mundo cripto passou anos construindo sistemas que reduzem a dependência de intermediários. Os agentes autônomos trazem um novo desafio: um software que pode agir de forma independente também precisa de uma infraestrutura em que possa operar sem confiar cegamente no operador.

 

A Acurast reúne computação em smartphones, execução confidencial protegida por hardware, atestação e provisionamento via carteira em uma arquitetura pensada para esse desafio.

 

Ela oferece aos desenvolvedores uma forma de explorar um modelo diferente para rodar agentes: um modelo em que o ambiente de execução pode ser mais confidencial, a infraestrutura mais distribuída e o acesso à computação mais compatível com software autônomo.

Se os agentes vão agir on-chain, a infraestrutura que os executa merece a mesma atenção que as carteiras e os protocolos com os quais eles interagem.

Primeiros passos

 

A forma mais rápida de explorar a Acurast é fazer o deploy de um agente existente antes de construir o seu próprio.

 

Escolha um exemplo. Navegue pelas Example Apps da Acurast e comece com Hermes ou OpenClaw.

 

Siga o tutorial de deploy. Configure o ambiente e a duração do deployment e, depois, faça o deploy da aplicação, como mostrado no tutorial do Hermes.

 

Crie a sua própria carga de trabalho. Use o Acurast Quickstart e a documentação da CLI para adaptar o seu agente existente.

 

Explore o provisionamento autônomo. Leia a documentação do Deploy Agent se o seu agente precisar solicitar e pagar por computação de forma programática.

 

Seja qual for a infraestrutura escolhida, siga três regras básicas ao fazer o deploy de um agente cripto:

 

  • Use uma carteira ou conta dedicada. Conceda apenas as permissões de que o agente precisa e defina limites de gastos explícitos.
  • Mantenha segredos fora de prompts e logs. Forneça credenciais pela configuração de deployment adequada e evite expô-las nas conversas do agente.
  • Planeje a expiração do deployment. Defina uma duração adequada e guarde o estado essencial em armazenamento durável, já que deployments temporários podem parar e os dados locais deles podem ser apagados quando expirarem.

 

Essas salvaguardas importam independentemente de onde o agente roda. Uma infraestrutura de computação melhor complementa um bom design de carteira e uma segurança cuidadosa no nível da aplicação; ela não os substitui.

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